Começarei, novamente a publicar o que rola nas disciplinas, afim de melhor eu poder absorver o conteúdo, sobretudo as disciplinas do professor Thiago Seixas (Sociologia e Seminários Avançados). Pelo menos dois livros serão resumidos aqui. Vamos lá!
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O consumidor é dotado de personalidade, o que faz com que alguns consumidores tenham maior atração por determinado tipo de produtos do que outros. Para alguns, certos objetos são imprescindíveis, enquanto para outros eles são absolutamente dispensáveis. O consumidor tem suas preferências que não são as mesmas para todos.
O consumidor tem uma percepão da realidade tão diferenciada quanto as pessoas têm da vida. Alguns percebem com agrado determinadas propagandas, enquanto outros consideram ridículas. Assim, o consumidor desenvolve atitudes positivas e negativas com relação a produtos, a propagandas, a lojas, a pessoas etc.
Além dos aspectos ierentes a sua individualidade, o consumidor é também um ser social. Vivendo em sociedade, ele se submete a certas circunstâncias e pressões que vão influenciar seu comportamento. Os grupos de referência, por exemplo, são os grupos aos quais pertence o consumidor como indivíduo inserido numa sociedade (escola, trabalho etc.) e que vão, de certa forma, padronizar seu comportamento com relação aos demais integrantes dos mesmos grupos. Além disso, o consumidor tende a respeitar e a seguir os líderes de opinião cujo aval é infinitamente superior em se tratando de influência do que a mais crível das propagandas.
Em função de sua renda, o consumidor é inserido em diferentes classes sociais. Essa diferânça em poder aquisitivo implica diferentes opções de compra, logo, diferentes comportamentos de consumo. Somando-se o estilo de vida à classe social, verifica-se, ainda, que a renda, sozinha, não explica a causa dos diferentes comportamentos sociais, mas que a forma como o consumidor conduz sua vida (moda, viagens, inovações) tem impacto direto em suas decisões de compra.
Outro fator determinante é a cultura. Ela vai determinar as normas e os valores que devem ser seguidos e respeitados pelos indivíduos, o que significa que, de uma cultura para outra, diferenças de comportamento com relação aos mesmos objetos são facilmente verificadas.
Entretanto, quando se fala em consumo, deve-se ter presente a ideia de que, para que ele possa acontecer, é preciso que primeiro tenha existido um ato de compra. Através do mecanismo de decisão de compra que rege o comportamento do consumidor surgiram vários modelos de comportamento do consumidor. Tais modelos descrevem, passo a passo, todas as etapas que se acredita que o consumidor percorra até chegar ao ato da compra.
O caminho percorrido pelo consumidor para culminar com a compra passa pelo processamento da informação, que é a forma como ele seleciona e combina a informação que recebe do meio externo àquela já retida em sua memória, utilizando-se para decidir pela compra ou não de determinado produto. Entretanto, falar em decisão de compra do consumidor não é a forma mais correta de… concluir
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GENERO DISCURSIVO
Cada enunciado particular é individual, mas cada campo de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, os quais denominamos gêneros do discurso.
A riqueza e a diversidade dos gêneros do discurso são infinitas porque são inesgotáveis as possibilidades da multiforme atividade humana e porque em cada campo dessa atividade é integral o repertório de gêneros do discurso, que cresce e se diferencia à medida que se desenvolve e se complexifica um determinado campo.
Não se deve, de modo algum, minimizar a extrema heterogeneidade dos gêneros discursivos e a dificuldade daí advinda de definir a natureza geral do enunciado. Aqui é de especial importância atentar para a diferença essencial entre os gêneros discursivos primários (simples) e secundários (complexos) – não se trata de uma diferença funcional. Os gêneros discursivos secundários (complexos – romances, dramas, pesquisas científicas de toda espécie, os grandes gêneros publicísticos etc.) surgem nas condições de um convívio cultural mais complexo e relativamente muito desenvolvido e organizado (predominantemente o escrito) – artístico, científico, sociopolítico etc. No processo de sua formação eles incorporam e reelaboram diversos gêneros primários (simples), que se formam em condições de comunicação discursiva imediata (espontânea).
A diferença entre os gêneros primário e secundário (ideológicos) é extremamente grande e essencial, e é por isso mesmo que a natureza do enunciado deve ser descoberta e definida por meio da análise de ambas as modalidades.
… Os enunciados e seus tipos, isto é, os gêneros discursivos, são correias de transmissão entre a história da sociedade e a história da linguagem.
GÊNEROS TEXTUAIS
Gêneros textuais como práticas sócio-históricas
Já se tornou trivial a ideia de que os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social.
Hoje, em plena fase da denominada cultura eletrônica, com o telefone , o gravador, o rádio, a TV e, particularmente, o computador pessoal e sua aplicação mais notável, a Internet, presenciamos uma explosão de novos gêneros e novas formas de comunicação, tanto na oralidade como na escrita. Os gêneros se caracterizam muito mais por suas funções comunicativas, cognitivas e institucionais do que por suas peculiaridades lingüísticas e estruturais. Quase inúmeros em diversidade de formas, obtêm denominações nem sempre unívocas e, assim como surgem, podem desaparecer.
Novos gêneros e velhas bases
Não é difícil constatar que nos últimos dois séculos foram as novas tecnologias, em especial as ligadas à área da comunicação, que propiciaram o surgimento de novos gêneros textuais. Por certo, não são propriamente as tecnologias por si que originam os gêneros e sim a intensidade dos usos dessas tecnologias e suas interferências nas atividades comunicativas diárias. Assim, os grandes suportes tecnológicos da comunicação tais como o rádio, a televisão, o jornal, a revista, a Internet, por terem uma presença marcante e grande centralidade nas atividades comunicativas da realidade social que ajudam a criar, vão por sua vez propiciando e abrigando gêneros novos bastante característicos. Daí surgem formas discursivas novas, tais como editoriais, artigos de fundo, notícias, telefonemas, telegramas, telemensagens, teleconferências, videoconferências, reportagens ao vivo, cartas eletrônicas (e-mails), bate-papos virtuais, aulas virtuais e assim por diante.
É bom salientar que embora os gêneros textuais não se caracterizem nem se definam por aspectos formais, sejas eles estruturais ou lingüísticos, e sim por aspectos sócio-comunicativos e funcionais, isso não quer dizer que estejamos desprezando a forma.
Definição de tipo e gênero textual
Partimos do pressuposto básico de que é impossível se comunicar verbalmente a não ser por um gênero, assim como é impossível se comunicar verbalmente a não ser por algum texto. Em outros termos, partimos da ideia de que a comunicação verbal só é possível por algum gênero textual. Segue-se uma noção de língua como atividade social, histórica e cognitiva.
Usamos a expressão tipo textual para designar uma espécie de construção teoria definida pela natureza lingüística de sua composição (aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas). Em geral, os tipos textuais abrangem cerca de meia dúzia de categorias conhecidas como: narração, argumentação, exposição, descrição, injunção.
Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para refletir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresenta características sócio-comunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Se os tipos textuais são meia dúzia, os gêneros textuais são inúmeros. Alguns exemplos: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, romance, bilhete, reportagem jornalística, aula expositiva, reunião de condomínio, notícia jornalística, horóscopo, receita culinária, bula de remédio, lista de compras, cardápio de restaurante, instruções de uso, outdoor, inquérito policial, resenha, edital de concurso, piada, conversação espontânea, conferência, carta eletrônica, bate-papo por computador, aulas virtuais e assim por diante.
| TIPOS TEXTUAIS | GÊNEROS TEXTUAIS | |
| Constructos teóricos definidos por propriedades lingüísticas intrínsecas; | Realizações lingüísticas concretas definidas por propriedades sócio-comunicativas; | |
| Constituem sequências lingüísticas ou sequências de enunciados e não são textos empíricos; | Constituem textos empiricamente realizados cumprindo funções em situações comunicativas; | |
| Sua nomeação abrange um conjunto limitado de categorias teóricas determinadas por aspectos lexicais, sintáticos, relações lógicas, tempo verbal; | Sua nomeação abrange um conjunto aberto e praticamente ilimitado de designações concretas determinadas pelo canal, estilo, conteúdo, composição e função; | |
| Designações teóricas dos tipos: narração, argumentação, descrição, injunção e exposição. | Exemplos de gêneros: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, romance, bilhete, reportagem jornalística, aula expositiva, reunião de condomínio, notícia jornalística, horóscopo, receita culinária, bula de remédio, lista de compras, cardápio de restaurante, instruções de uso, outdoor etc. |
… Deve-se ter o cuidado de não confundir texto e discurso como se fossem a mesma coisa. Embora haja muita discussão a esse respeito, pode-se dizer que texto é uma entidade concreta realizada materialmente e corporificada em algum gênero textual. Discurso é aquilo que um texto produz ao se manifestar em alguma instância discursiva. Assim, o discurso se realiza nos textos.
Observe-se que a definição dada aos termos aqui utilizados é muito mais operacional do que formal. Assim, para a noção de tipo textual predomina a identificação de sequências lingüísticas típicas como nortedoras; já para a noção de gênero textual, predominam os critérios de ação prática, circulação sócio-histórica, funcionalidade, conteúdo temático, estilo e composicionalidade, sendo que os domínios discursivos são as grandes esferas da atividade humana em que os textos circulam. Importante é saber que os gêneros são formas verbais de ação social relativamente estáveis realizadas em textos situados em comunidades de práticas sociais e em domínios discursivos específicos.
Em geral, a expressão “tipo de texto”, muito usada nos livros didáticos e no nosso dia-a-dia, é equivocadamente empregada e não designa um tipo, mas sim um gênero de texto. Quando alguém diz, por exemplo, “a carta pessoal é um tipo de texto informal”, ele não está empregando o termo “tipo de texto” de maneira correta e deveria evitar essa forma de falar. Uma carta pessoal que você escreve é um gênero textual, assim como um editorial, horóscopo etc.
A apropriação dos gêneros é um mecanismo fundamental de socialização, de inserção prática nas atividades comunicativas humanas, o que permite dizer que os gêneros textuais operam em certos contextos, como formas de legitimação discursiva, já que se situam numa relação sócio-histórica com fontes de produção que lhes dão sustentação muito além da justificativa individual.
Hoje, gênero é facilmente usado para referir uma categoria distintiva de discurso de qualquer tipo, falado ou escrito, com ou sem aspirações literárias.
Em geral, seguem-se três critérios para designar os textos:
a) Canal/meio de comunicação: (telefonema, carta, telegrama)
b) Critérios formais: (conto, discussão, debate, contrato, ata, poema)
c) Natureza do conteúdo: (piada, prefácio de livro, receita culinária, bula de remédio)
Não há só a questão da produção adequada do gênero, mas também um uso adequado. Assim, contar piada fora do lugar é um caso de inadequação ou violação de normas sociais relativas aos gêneros textuais.
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É comum ouvir, e já caiu no dito popular, que todo político é corrupto, que político algum presta. Na maioria das vezes, isso é verdade, a mídia nos mostra isso. Mas o problema na política não é bem de quem está no poder, é de quem o coloca lá. Político que rouba, que frauda, que desvia, que emprega familiares, que isso e que aquilo, já é comum a nós. Estamos tão acostumados a isso que é impossível nomear tanta sujeira que surge no meio daqueles que nos governam – isso quando a sujeira é mostrada –. Fatos chocantes podem ser facilmente esquecidos por nós, em pouco tempo. O maior problema não é o político corrupto, mas as pessoas corruptas. Acima de tudo, ainda há a sensação de que, ao vender o próprio voto, não se está errado, que o errado é quem compra, não quem vende, visto que, é pobre, ou desempregado ou precisa de algum benefício para sair do sufoco – mal sabendo que o sufoco é conseqüência da própria consciência e que nesse comércio não há saída, ou seja, o sufoco é vitalício –. Não se fala de quem vende, mesmo porque o negócio é fechado às escuras e, por esse motivo, é difícil identificar o vendedor. Todos os créditos da negociação ficam com quem compra, o candidato, e o eleitor, não menos corrupto, fica no anonimato.
É comum a compra de votos nas eleições, motivo pelo qual há tantas campanhas combatendo esse crime. O que está se tornando comum, infelizmente, é que muitas pessoas se lançam à venda, já que nas eleições elas também concorrem, não pleiteando um cargo político, mas à conquista do maior preço, ou, simplesmente, ao dinheiro.
Na verdade, estamos cercados de políticos, inclusive em nossas casas, escolas, igrejas, ciclos de amizades e assim por diante. Nós somos políticos. Praticamos política todos os dias de nossas vidas, ao seguirmos as regras da sociedade em que vivemos, de uma forma organizada, convivendo e respeitando o direito do próximo, fazendo valer os nossos direitos e cumprindo os nossos deveres, interagindo e compartilhando conhecimentos com os outros, orientando, ajudando ou sendo ajudado por alguém. Tudo isso e muito mais são componentes da política e, no menor contato com as pessoas, estamos praticando política, pois temos a necessidade de nos comunicar, de transmitir nossos interesses e querermos que as nossas intenções sejam aceitas, obedecendo sempre a regras sociais, para que esse contato tenha o resultado esperado.
É triste saber que as pessoas viram mercadorias, no período eleitoral. Antes, elas esperavam o candidato A, B ou C lhe oferecer uma certa quantia em dinheiro ou algum benefício, o que não é certo. Hoje a coisa está tão feia, que as próprias pessoas se oferecem por alguns tostões. Há quem se iluda, ainda, com promessas de emprego garantido após as Eleições. Ora, o desemprego no país já é grande – umas cidades com mais, outras com menos, mas sempre há um número considerável de desempregados – e para que um candidato seja eleito, ao menor cargo a que ele concorra, é necessário um número bem elevado de votos. Portanto, se a todo eleitor ele prometer emprego ele terá, consequentemente, uma enorme demanda de empregos a oferecer. Posto isso, temos uma promessa impossível, senão, não haveria desempregados no país. Essa prática é bem comum em eleições municipais.
Triste mesmo é saber que a população é rotulada, que ela tem uma cotação pré-definida, pois cada comunidade ou grupo de pessoas organizadas socialmente têm um valor. É comum, numa localidade, haver uma liderança, uma pessoa que, de certa forma, tome as rédeas daquele lugar, que lidere e busque solucionar os problemas. E é comum, também, chegarmos a uma localidade conhecendo o seu líder e já sabendo o seu preço. Muitas vezes, as pessoas são comercializadas mesmo sem saber. O líder, ou aquele que detém alguma dominação sobre um grupo, manipula a opinião dos seus membros e os fazem votar em quem ele ordenar. Esse líder recebe um valor monetário, de acordo com o tamanho de seu grupo. Alguns membros desse grupo recebem uma pequeníssima parte dessa negociação e outros, ingenuamente, sequer saberão que foram vendidos, iludidos com a falsa idéia que seu líder os fez terem e com as boas palavras e carisma daquele candidato – isso, se ele aparecer–.
Há, ainda, aqueles que não pertencem a grupo algum, mas que também se colocam à venda. Esses se proclamam espertos, vangloriando-se com alguns trocados recebidos por mais de um candidato. Há, ligeiramente, uma competição para saber quem ganhou mais e de quantos candidatos ele arrecadou dinheiro. Pois bem, esses “espertos”, não têm menos culpa do que os outros eleitores que se corrompem, porque eles brincam com coisa séria e ainda põem, em risco, o destino de uma população, onde o que deveria ser voto consciente se torna voto sem critério, o que deixa margem aos maus políticos assumirem o poder.
Joaquim Paiva
Aquiraz, 25 de setembro de 2009 (00h11min)
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VP 3- Campanha AdeS
Parte1
Levantamento de dados com a analise de 3 concorrências
Parte 2
Definição do conceito criativo (justificativa)
Parte3
Blog e microblog (WordPress e Twitter)
Compartilhamento de vídeos e imagens (You Tube e Flickr)
Redes sociais de relacionamento (Orkut e Facebook)
Podcast
Parte 4
Display ADS (banners 5 )
Site escolhido: Boa Forma
E-mail marketing
Parte 5
Links patrocinados (25 termos + anúncios) Google Adwords
Parte 6
Marketing viral
FA7 – Faculdade Sete de Setembro
Comunicação Social – Publicidade e Propaganda
Disciplina: Produção Publicitária para Web
Prof.: Hugo Lopes
Alunos: Yara Barreto, Luciana Roberta e Joaquim Paiva
Aula, 26/nov/2009
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1. Descrição do Negócio
a) Que tipo de negócio você está planejando?
b) Que produtos u serviços venderá?
c) Que tipo de oportunidade se trata?
d) Por que promete ter êxito?
e) Quais são as oportunidades de crescimento?
2. Plano de marketing
a) Quem são seus clientes potenciais?
b) Como atrairá os clientes e se manterá no mercado?
c) Quem são seus concorrentes? Como seus negócios estão prosperando?
d) Como promoverá as vendas?
e) Quem serão seus melhores fornecedores? Por quê?
f) Onde será localizado o negócio?
g) Que fatores influenciarão em sua escolha do local?
h) Que características terá seu local?
i) Como seu prédio contribuirá para a estratégia de marketing?
j) Quais serão as características de “lay-out” de seu prédio?
3. Plano Organizacional
a) Quem administrará seu negócio?
b) Que qualificações deverá ter seu gerente?
c) De quantos empregados precisará? O que farão?
d) Quais são seus planos para contratação, salários, benefícios, treinamento e supervisão dos empregados?
e) Como você administrará as finanças?
f) Como você administrará os registros?
g) De que consultores ou especialistas precisará? Por quê?
h) Que forma legal de propriedade escolherá? Por quê?
i) Que licenças e alvarás necessitará?
j) Que regulamentos afetarão seus negócios?
4. Plano Financeiro
a) Qual a renda total estimada para seu negócio no primeiro ano?
- Mensal para o primeiro ano?
- Trimestral para o segundo e terceiro ano?
b) Quanto lhe custará abrir o negócio e mantê-lo durante 18 meses de operação?
c) Qual será seu fluxo de caixa mensal durante o primeiro ano?
d) Quais serão suas necessidades financeiras pessoais por mês?
e) Que volume de vendas necessitará para obter lucros durante os primeiros três anos?
f) Qual será seu ponto de equilíbrio?
g) Qual será seu ativo, passivo e valor líquido projetados um dia antes de abrir seu negócio?
h) Qual será o valor do capital em equipamentos?
i) Quais serão suas necessidades financeiras potenciais?
j) Quais serão suas fontes financeiras potenciais?
k) Como utilizará o dinheiro do empresário ou dos investidores?
l) Como o empréstimo será assegurado?
Plano de Negócios sugerido pelo SEBRAE-CE
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Faculdade Sete de Setembro FA7
Comunicação Social – Publicidade e Propaganda
Disciplina: Rádio, TV e Cinema II
Prof.: Dilson Alexandre
Aluno: Joaquim Paiva
Roteiro para Filme Publicitário
Filme Institucional
Tema: Campanha contra o Tabagismo
Começa o Filme, num plano geral, com a imagem de um belo bosque, florido, arborizado, gramado e com crianças brincando com outras crianças e com seus pais, num dia ensolarado e alegre, ao som de elementos da natureza (pássaros, vento etc).
Aos poucos, uma fumaça, cinza clara, vai preenchendo a tela do vídeo. O som começa a diminuir sua intensidade. Em seguida, a nuvem cinza formada começa a ficar escura, praticamente não possibilitando a visão dos componentes que estão ao fundo (natureza, crianças etc.).
O som pára e a imagem fica totalmente escura. De repente, uma luz aparece, é a câmera focando uma lâmpada, num enquadramento fechado. A cãmera, aos poucos, vai se distanciando da lâmpada, no sentido de cima para baixo (ainda não percebido pelo telespectador), revelando que essa lâmpada está fixada no teto de uma sala, com teto e paredes brancas. A câmera fixa no olhar de um homem – também num enquadramento fechado – que observa a luz, mostrando o reflexo dessa luz em seus olhos. Mais uma vez, a câmera se distância, dessa vez do olhar do homem e no sentido de baixo para cima. Aos poucos, revela-se que esse homem, muito magro e de aspecto doentil, está deitado numa cama, em um leito de hospital, tomando soro e com uma sonda no nariz, e ao seu lado está uma máquina que mostra os batimentos de seu coração, com movimentos de sobe e desce, fraquinho, fraquinho.
A cena com o bosque, as crianças etc. retorta, igual ao início do filme, e, na sequência, a câmera gira em 180 graus mostrando o homem fumando, cuja fumaça tomava conta do cenário. A cena retorna ao homem prostado na cama, com a máquina de batimentos cardíacos aumentando a sonoridade, que deixa de ser intermitente e passa a ser contínuo, insunuando a sua morte.
O filme encerra com a mensagem: Não deixe a fumaça apagar a vida! Não se apague junto com ela!
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